O sistema por dentro
O que o MARCAR mostra, num dia de trabalho
Capturas do próprio sistema, com dados de demonstração inventados. Nenhum nome nem número é de uma pessoa real.

Cada dia vem com a sua explicação
Ao abrir um dia, o MARCAR diz a hora de entrada e de saída na hora de Luanda, o que contou e o que ficou por decidir.
O texto técnico do cálculo continua disponível por baixo, para quem audita. As horas extra só contam depois de aprovadas.

O que não bate certo fica à vista
Uma picagem sem turno, um possível duplicado entre canais, uma saída antecipada: nada se descarta em silêncio.
Cada pendência diz o que é, a quem pertence e o que fazer a seguir. Só o que está resolvido deixa fechar o mês.

Fechar o mês é um acto, com motivo
O fecho guarda uma fotografia imutável do mês e só avança sem pendências. Reabrir é uma acção própria da administração.

Do mês fechado ao ficheiro para o salário
O relatório resume cada pessoa: dias previstos, presença, atrasos, faltas, justificações, tempo trabalhado e horas extra aprovadas.
Exporta para o Excel em português. Um mês aberto sai marcado como provisório, e os atrasos justificados não se descontam. Cada exportação fica na auditoria.

Sem leitor de ponto: quiosque e telemóvel
Para serviços sem leitor. A hora é sempre a do servidor, e fora do perímetro da organização a picagem é recusada.


Ver o MARCAR com os seus turnos
Diga-nos que equipamentos tem e o que quer ver. Mostramos o sistema com dados de demonstração ou com um ficheiro de exemplo seu.