Guia
Como ligar leitores de ponto ao sistema de assiduidade
Para a equipa de TI: o que se prepara, o que se testa e por que ordem, antes de as picagens dos leitores entrarem no cálculo.
Estado das ligações, dito com exactidão. As ligações foram desenvolvidas segundo a documentação de cada fabricante e verificadas com equipamento simulado. A confirmação no equipamento real faz parte da instalação, e é por isso que se testa antes de entrar em produção.
Há sempre um caminho para as picagens chegarem
As picagens podem chegar ao MARCAR por quatro vias. A escolha depende do que o leitor ou o seu software sabem fazer.
| Via | Quando usar | O que se prepara |
|---|---|---|
| Directa ao leitor (Hikvision, terminal) | Há acesso de rede ao terminal. | Endereço do terminal e credenciais. O MARCAR consulta as picagens em intervalos regulares e importa também o cadastro. |
| Por servidor (HikCentral, BioStar X) | Os leitores já estão ligados a um servidor da marca. | Acesso ao servidor da organização com um utilizador só de leitura, por ligação segura. No BioStar X confirma-se o modelo e a versão (o BioStar 2 não está incluído). |
| O leitor envia (ZKTeco, entrada genérica) | O leitor ou o software dele consegue enviar eventos. | Cada origem tem o seu segredo e é aprovada por um administrador. Um terminal novo só entra depois de aprovado. |
| Ficheiros (CSV) | O equipamento só exporta ficheiros, ou não tem ligação. | Um ficheiro de picagens (e, se quiser, de pessoas). Cada importação fica registada com a soma de verificação do ficheiro. |
Antes do teste: o que juntar
- A lista de equipamentos: marca, modelo e onde estão.
- Como falam: directamente, por um servidor da marca, ou só por ficheiro.
- Como cada pessoa está identificada no leitor (número ou código), para a associar à pessoa no MARCAR.
- Quem é responsável por aprovar novos equipamentos, do lado da organização.
O teste no leitor, antes de entrar em produção
- Ligar ao equipamento real e fazer um teste de ligação. O teste identifica o equipamento sem escrever nada.
- Confirmar a hora do leitor.
- Confirmar os códigos de evento (o que o leitor envia numa entrada e numa saída).
- Confirmar o sentido de entrada e saída.
- Só depois se passa a recolher as picagens para o cálculo.
O que o sistema faz sozinho
- Sem duplicados entre canais. Uma janela de 60 segundos por pessoa detecta a mesma picagem vinda de dois equipamentos e abre uma pendência a referir os dois eventos.
- Um evento mau não pára a recolha. Uma hora fora da janela, ou um identificador reutilizado com conteúdo diferente, viram pendência. O resto segue.
- Reenvio seguro. Um reenvio do mesmo evento não conta duas vezes.
- Credenciais fora do código. Vivem na configuração do servidor, e uma ligação só se activa com as credenciais presentes.
Perguntas frequentes
Que leitores de ponto o MARCAR lê?
Leitores Hikvision (por terminal ou pelo HikCentral Professional), ZKTeco, Suprema através do BioStar X (validado na instalação), ficheiros CSV e uma entrada genérica de eventos para qualquer outra marca. Dahua e Uniview ligam-se caso a caso.
Preciso de trocar os leitores que já tenho?
Em regra não. O MARCAR liga-se aos leitores que a organização já tem, ou recebe as picagens em ficheiro. Se o equipamento exportar picagens ou conseguir enviá-las por HTTP, há caminho.
O MARCAR guarda a biometria dos leitores?
Não. Os leitores guardam os seus dados. O MARCAR só recebe o evento da picagem.
Onde ver o estado de cada marca
A tabela completa, com a disponibilidade de cada fonte, está em integrações. Se o serviço não tem leitor, veja picar o ponto no telemóvel ou no quiosque. Os termos estão no glossário.
Ver o MARCAR com os seus turnos
Diga-nos o que usa hoje para registar a assiduidade e que equipamentos tem. Respondemos com o que o MARCAR já lê e o que ainda falta validar.