Guia
Picar o ponto sem leitor: telemóvel ou quiosque?
Nem todos os serviços têm um leitor de ponto. O MARCAR tem dois modos para esses casos. Este guia ajuda a escolher o que serve melhor cada serviço.
Implementada e testada, ainda por validar em produção. Os parâmetros que dependem de cada organização (perímetros, política de PIN, retenção dos dados de localização) são decididos por ela.
A resposta curta
Se o serviço é um sítio fixo com muita gente a entrar e a sair, escolha o quiosque (ou um leitor de ponto). Se as pessoas trabalham fora do edifício, o telemóvel serve melhor. Para serviços críticos, a recomendação é quiosque ou leitor, porque a localização de um telemóvel pode ser falsificada.
Comparação lado a lado
| Quiosque (tablet fixo) | Telemóvel pessoal | |
|---|---|---|
| Aparelho | Um tablet no serviço, ligado por um administrador com um código de uso único (válido 10 minutos). | O telemóvel de cada pessoa, registado uma vez e aprovado pelo RH. Um telemóvel por pessoa. |
| Como se identifica | Número de funcionário e PIN pessoal em cada picagem. | PIN pessoal em cada picagem; o aparelho já está associado à pessoa. |
| Onde se pica | Onde o tablet está. | Só dentro do perímetro da organização. O servidor decide se a posição é válida. |
| Fora do sítio | Não se aplica. | A tentativa é recusada e registada. Não vira picagem. |
| Risco principal | PIN partilhado entre colegas. | PIN partilhado e localização falsificada. |
| Melhor para | Serviços fixos, receções, armazéns, urgências. | Quem trabalha fora do edifício ou em vários locais. |
O que é igual nos dois modos
- A hora é a do servidor. O relógio do tablet ou do telemóvel não conta.
- Sem ligação não há picagem. Não se guarda nada no aparelho para enviar depois.
- Mesma auditoria e mesmo cálculo das picagens dos leitores. Criar, aprovar ou revogar quiosques, telemóveis e PINs fica registado, com motivo.
- PIN separado. O PIN de picagem é independente das contas de gestão e só permite picar e ver as próprias picagens.
- Origem visível. Nos relatórios, uma picagem móvel distingue-se das de leitor.
Os riscos, ditos com franqueza
- A localização de um telemóvel pode ser falsificada. Nenhum software elimina esse risco.
- Um PIN partilhado entre colegas não se detecta sem foto nem biometria. Fica a cargo da política da organização, que também decide o perímetro de cada local, a precisão de GPS aceite e a retenção dos dados de localização.
- No quiosque, a foto de quem pica vem desligada por omissão. Só se activa por decisão da organização.
Como decidir, em três perguntas
- As pessoas picam sempre no mesmo sítio? Sim: quiosque ou leitor. Não: telemóvel.
- O serviço é crítico para o pagamento ou para a segurança? Sim: quiosque ou leitor.
- Há um tablet que fique no serviço, ligado à rede? Não: telemóvel, ou um leitor de ponto.
Perguntas frequentes
Posso picar o ponto no telemóvel sem um leitor?
Sim. No MARCAR cada pessoa regista o telemóvel uma vez, o RH aprova o aparelho, e depois pica com um PIN pessoal, só dentro do perímetro da organização. A funcionalidade está implementada e testada, e ainda por validar em produção.
A hora da picagem é a do telemóvel?
Não. A hora registada é sempre a do servidor. O relógio do tablet ou do telemóvel não conta.
Um tablet no serviço precisa de ligação à Internet?
Precisa de ligação ao servidor do MARCAR. Sem ligação não há picagem: o ecrã diz isso claramente em vez de guardar a picagem no aparelho.
Ver os ecrãs
Os ecrãs do tablet e do telemóvel estão em picagem sem leitor. Se o serviço já tem um leitor, veja como se ligam os leitores de ponto. Os termos estão no glossário.
Ver o MARCAR com os seus turnos
Diga-nos o que usa hoje para registar a assiduidade e que equipamentos tem. Respondemos com o que o MARCAR já lê e o que ainda falta validar.